Como eu disse no primeiro post, tenho um amigo denominado Alien e é ele que escreveu o texto desse post.
Siga o seu plano, não os dos outros.
Você já parou para pensar, de forma séria, definindo metas e prazos, sobre os planos que tem para sua vida? Pois saiba que, nesse exato momento, muitos estão fazendo planos para sua vida, seu futuro, sem que você sequer se dê conta. Não acredita?
Com quantos anos você deseja parar de trabalhar? Está planejando sua aposentadoria, definindo um prazo, um valor que deve ser poupado todo mês e uma meta a ser alcançada? Se você não fizer nada sobre isso, o governo já tem um plano para você: contribuir com o INSS até os 65 anos, caso você seja homem, para se aposentar, na melhor das hipóteses, pelo teto das pensões pagas pela Previdência Social, que hoje é de R$ 5.531,31
Porém, você decidiu que não vai deixar tudo nas mãos do governo, e começou a contribuir para um plano de previdência privada, terceirizando para o banco a responsabilidade sobre todas as decisões sobre onde e como investir sua poupança? Ótimo! Os bancos também tem um plano para você: eles vão te oferecer previdências privadas com custos absurdos, que cobram taxa de administração, carregamento de entrada e de saída. Eles cobram uma taxa pelo depósito de seu dinheiro, outra pela “administração” da sua poupança e, finalmente, outra taxa quando você resolve sacar os recursos que economizou.
Sabendo disso, você então decide que vai tomar, por conta própria, as decisões sobre seus investimentos, seguindo dicas de economistas e matérias em revistas como a Exame- dizendo que “poupar 10% do salário é uma fórmula que vai funcionar para 80% das pessoas”. Vai funcionar mesmo: guardar apenas 10% da renda para aposentadoria vai fazer com que você leve 30, 40 anos de poupança para alcançar um montante que garanta uma renda passiva bacana para a aposentadoria. É a versão “self made” do plano que o INSS já tem para você.
Estamos aqui falando apenas sobre o planejamento da nossa aposentadoria, mas isso se aplica a todas as áreas de nossas vidas: os planos que os governos fazem para o zoneamento de nossas cidades, e que afetam nossa qualidade de vida, os planos que as famílias fazem para seus filhos, cobrando netos e matrimônios com festas pomposas, os planos que as empresas fazem para nossas carreiras – ou pior: quando sua carreira não está nos planos da sua empresa. As cobranças que a sociedade nos faz, por status, por sucesso, pelo carro novo, pela casa maior, pela viagem ao exterior.
Quando abrimos mão de planejarmos nós mesmos o nosso futuro, estamos entregando nas mãos de outras pessoas e instituições a responsabilidade pela tomada de decisões fundamentais para nossas vidas e para alcançarmos o grande objetivo de todos aqui, que é a independência financeira.
E a independência financeira, como objetivo de médio e longo prazo, deve ser cuidadosamente planejada, mensurada. Deve ser a prova de qualquer obstáculo: ter nascido em uma família sem recursos, ter estudado em uma péssima escola pública, não ter o salário dos sonhos, aquela promoção que não saiu, aquele presidente que não venceu a eleição, aquele cônjuge que não vive mais com você, aquele emprego que você perdeu, a crise pela qual o país está passando.
Nada disso pode ser usado como desculpa: você deve assumir a responsabilidade sobre tudo aquilo que pode controlar em relação à sua vida. E, assim, ao final da jornada que planejou para si, vai saber que fez o melhor possível dentro das suas possibilidades.
A independência financeira pode ter significados diferentes para cada um: R$ 1.000 mensais de renda passiva, para uma vida tranquila em Igaci, no interior de Alagoas, ou R$ 10.000 pingando na sua conta todos os meses, garantindo uma vida confortável em qualquer capital brasileira – e até em algumas capitais do mundo.
Entre R$ 100.000 e R$ 1.000.000 acumulados na conta, existem infinitas possibilidades. Acredito que pragmatismo, disciplina e planejamento são mais determinantes para alcançar a independência financeira do que o tamanho do seu contracheque. Cabe a você decidir sua meta, seu prazo e o valor de poupança mensal que está disposto a se comprometer e, com base nisso, executar o plano e alcançar o objetivo.
Desculpem pelo texto longo. Precisava apresentar o “jeito alien” de enxergar o caminho rumo à independência financeira. Eu e o Astro compartilhamos muito dessa visão e estamos trilhando juntos essa grande jornada. É muito importante poder contar com alguém que enxerga o mundo da mesma maneira que a sua, que entende suas motivações, que discute possibilidades e estratégias de investimentos. Eu encontrei no Astro essa pessoa. E sei que, para muitos, a finansfera é o lugar para compartilhar essas ideias e trocar experiências.
A jornada é longa, meus caros, mas eu posso garantir que ela é muito mais prazerosa quando não se caminha sozinho. E é isso que fazemos aqui: caminhamos todos juntos.
Siga o seu plano, não os dos outros.
Um abraço. Do Alien.
Um abraço. Do Astro.
Siga o seu plano, não os dos outros.
Você já parou para pensar, de forma séria, definindo metas e prazos, sobre os planos que tem para sua vida? Pois saiba que, nesse exato momento, muitos estão fazendo planos para sua vida, seu futuro, sem que você sequer se dê conta. Não acredita?
Com quantos anos você deseja parar de trabalhar? Está planejando sua aposentadoria, definindo um prazo, um valor que deve ser poupado todo mês e uma meta a ser alcançada? Se você não fizer nada sobre isso, o governo já tem um plano para você: contribuir com o INSS até os 65 anos, caso você seja homem, para se aposentar, na melhor das hipóteses, pelo teto das pensões pagas pela Previdência Social, que hoje é de R$ 5.531,31
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| Mãos ao alto trabalhador |
Porém, você decidiu que não vai deixar tudo nas mãos do governo, e começou a contribuir para um plano de previdência privada, terceirizando para o banco a responsabilidade sobre todas as decisões sobre onde e como investir sua poupança? Ótimo! Os bancos também tem um plano para você: eles vão te oferecer previdências privadas com custos absurdos, que cobram taxa de administração, carregamento de entrada e de saída. Eles cobram uma taxa pelo depósito de seu dinheiro, outra pela “administração” da sua poupança e, finalmente, outra taxa quando você resolve sacar os recursos que economizou.
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| Lucros recordes |
Sabendo disso, você então decide que vai tomar, por conta própria, as decisões sobre seus investimentos, seguindo dicas de economistas e matérias em revistas como a Exame- dizendo que “poupar 10% do salário é uma fórmula que vai funcionar para 80% das pessoas”. Vai funcionar mesmo: guardar apenas 10% da renda para aposentadoria vai fazer com que você leve 30, 40 anos de poupança para alcançar um montante que garanta uma renda passiva bacana para a aposentadoria. É a versão “self made” do plano que o INSS já tem para você.
Estamos aqui falando apenas sobre o planejamento da nossa aposentadoria, mas isso se aplica a todas as áreas de nossas vidas: os planos que os governos fazem para o zoneamento de nossas cidades, e que afetam nossa qualidade de vida, os planos que as famílias fazem para seus filhos, cobrando netos e matrimônios com festas pomposas, os planos que as empresas fazem para nossas carreiras – ou pior: quando sua carreira não está nos planos da sua empresa. As cobranças que a sociedade nos faz, por status, por sucesso, pelo carro novo, pela casa maior, pela viagem ao exterior.
Quando abrimos mão de planejarmos nós mesmos o nosso futuro, estamos entregando nas mãos de outras pessoas e instituições a responsabilidade pela tomada de decisões fundamentais para nossas vidas e para alcançarmos o grande objetivo de todos aqui, que é a independência financeira.
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| A busca de colher dinheiro |
Nada disso pode ser usado como desculpa: você deve assumir a responsabilidade sobre tudo aquilo que pode controlar em relação à sua vida. E, assim, ao final da jornada que planejou para si, vai saber que fez o melhor possível dentro das suas possibilidades.
A independência financeira pode ter significados diferentes para cada um: R$ 1.000 mensais de renda passiva, para uma vida tranquila em Igaci, no interior de Alagoas, ou R$ 10.000 pingando na sua conta todos os meses, garantindo uma vida confortável em qualquer capital brasileira – e até em algumas capitais do mundo.
Entre R$ 100.000 e R$ 1.000.000 acumulados na conta, existem infinitas possibilidades. Acredito que pragmatismo, disciplina e planejamento são mais determinantes para alcançar a independência financeira do que o tamanho do seu contracheque. Cabe a você decidir sua meta, seu prazo e o valor de poupança mensal que está disposto a se comprometer e, com base nisso, executar o plano e alcançar o objetivo.
Desculpem pelo texto longo. Precisava apresentar o “jeito alien” de enxergar o caminho rumo à independência financeira. Eu e o Astro compartilhamos muito dessa visão e estamos trilhando juntos essa grande jornada. É muito importante poder contar com alguém que enxerga o mundo da mesma maneira que a sua, que entende suas motivações, que discute possibilidades e estratégias de investimentos. Eu encontrei no Astro essa pessoa. E sei que, para muitos, a finansfera é o lugar para compartilhar essas ideias e trocar experiências.
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| Nós |
A jornada é longa, meus caros, mas eu posso garantir que ela é muito mais prazerosa quando não se caminha sozinho. E é isso que fazemos aqui: caminhamos todos juntos.
Siga o seu plano, não os dos outros.
Um abraço. Do Alien.
Um abraço. Do Astro.




Para ter sucesso é ótimo seguir o plano pois a jornada é longa
ReplyDeleteAbraço e bons investimentos